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1 - VIABILIDADE ECONÔMICA
1.1 - Introdução
1.2 - Definições e Objetivos
1.3 - Princípios Fundamentais
1.4 - Noções de Engenharia Econômica
2 - FATORES DE CÁLCULO DA VIABLIDADE ECONÔMICA
2.1 - Relativo a Mão de Obra
2.2 - Relativo a Material
2.3 - Relativo a Investimento
2.4 - Relativo a Programa de Produção
2.5 - Relativo a Tempo de Amortização do Investimento
2.6 - Exceção à Regra
3 - VIABILIDADE ECONÔMICA NO LANÇAMENTO DE UM NOVO
PRODUTO
3.1 - Objetivo
3.2 - Tópicos Básicos de Decisão
3.3 - Setores Envolvidos
3.4 - Roteiro de Trabalho
3.5 - Outras Informações que Poderão ser Importantes
4 - VIABILIDADE ECONÔMICA NA MODIFICAÇÃO DE UM
PROCESSO OU MÉTODO DE TRABALHO EXISTENTE
4.1 - O Custo da Peça no Método Atual
4.2 - O Custo da Peça no Método Proposto
4.3 - A Diferença de Custo por Peça
4.4 - A Economia Diária
4.5 - O Investimento Necessário
4.6 - O Tempo de Amortização Do Investimento
4.7 - A Aprovação Final
4.8 - Exemplos De Aplicação
4.8.1 - Quando a Modificação é apenas de Mão de Obra
4.8.2 - Quando a Modificação é de Mão de Obra e de Matéria
Prima
5 - VIABILIDADE ECONÔMICA NA ESCOLHA DE DOIS OU MAIS
MÉTODOS OU PROCESSOS
5.1 - Especificações da peça ou produto que será fabricado
5.2 - Definição da matéria prima
5.3 - Os processos de trabalho nas várias alternativas viáveis
5.4 - O Programa de Produção
5.5 - Determinação dos outros dados para o cálculo
5.6 - Roteiro de Cálculo
5.7 - Exemplo de Aplicação
5.8 - Determinação Do Ponto De Equilíbrio
6 - EXEMPLOS REAIS DE APLICAÇÃO
6.1 - Viabilidade Econômica na Substituição de Equipamentos
6.2 - Viabilidade Econômica na Melhoria de um Método de
Trabalho, Substituindo um Investimento
6.3 - A Viabilidade Econômica de Construção de uma Máquina para
Escareamento de Buchas
6.4 - Viabilidade Econômica na Modificação do Método de
Trabalho na Pintura de Peças
6.5 - A Viabilidade Econômica da Eliminação de um
Encaixotamento de Latas
6.6 - A Viabilidade Econômica da Compra de uma Esteira para
Embalagem de Pisos Cerâmicos
6.7 - A Viabilidade Econômica da Aplicação de um Prêmio de
Produção
6.8 - Viabilidade Econômica na Escolha entre "Fazer ou Comprar"
6.9 - A Viabilidade Econômica quando o que Importa é a Qualidade
do Produto
6.10 - Viabilidade Econômica na Escolha de Fornecedores Externos
6.11 - A Viabilidade Econômica de um Acompanhamento de Máquinas
6.12 - A Viabilidade Econômica da Implantação de um Novo
"Lay-out"
6.13 - O Sistema Normalizado da Apresentação de Viabilidade
Econômica na Modificação de Métodos e Processos em
uma Indústria
6.14 - A Viabilidade Econômica de Manter no Organograma da
Fábrica um Departamento de Racionalização Industrial.
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Em qualquer modificação de um método ou processo de trabalho, é
necessário, antes que a decisão seja tomada, da verificação de que a
mudança seja vantajosa e que o resultado da mesma traga algum
benefício em forma de lucro, objetivo único de qualquer indústria.
Tomamos decisões quando compramos novos materiais, substituímos
os existentes, descartamos equipamentos obsoletos, lançamos um novo
produto, modificamos um método ou processo de trabalho e mesmo
quando escolhemos entre várias formas de financiamento, qual é a
mais econômica para a empresa.
Portanto, podemos e devemos ter critérios definidos de escolha,
para que, uma decisão tomada as pressas e às cegas, não resulte
desagradáveis conseqüências futuras.
Podemos definir essa técnica de escolha criteriosa, como uma
ferramenta que permite a comparação entre os resultados, na
tomada de decisões, de maneira científica.
Encontramos na Racionalização Industrial, principalmente nos
tempos padrões de produção, a única maneira possível de custear
as várias alternativas de modificação de um sistema de trabalho
industrial. Por quê?
Pela simples razão de que o tempo de fabricação da peça utilizado
no método existente, em relação ao tempo previsto de fabricação da
peça que será utilizado no método proposto, é o principal
determinante de decisão, quando outros fatores forem insignificantes.
Entretanto, na maioria das indústrias nacionais, não existe um
setor competente de Racionalização, que absorva esse trabalho,
dificultando sobremaneira a aplicação da técnica, que é
desenvolvida, na maioria dos casos, de maneira pouca científica,
normalmente resultando em conseqüências desastrosas.
Este livro, procurará demonstrar como utilizar esse ferramenta no
custeio de alternativa, de maneira bastante simples, possibilitando a
um leitor de boa vontade, a total compreensão e domínio da técnica.
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