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Toda empresa deverá convencionar com seus empregados por meio de comissão por eles escolhida...

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Toda empresa deverá convencionar com seus empregados por meio de comissão por eles escolhida...  - Produtividade Industrial  Melhoria Produção  Eficiencia  Qualidade  Processos Toda empresa deverá convencionar com seus empregados por meio de comissão por eles escolhida...  - Produtividade Industrial  Melhoria Produção  Eficiencia  Qualidade  Processos Toda empresa deverá convencionar com seus empregados por meio de comissão por eles escolhida...  - Produtividade Industrial  Melhoria Produção  Eficiencia  Qualidade  Processos Toda empresa deverá convencionar com seus empregados por meio de comissão por eles escolhida...  - Produtividade Industrial  Melhoria Produção  Eficiencia  Qualidade  Processos
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A PARTICIPAÇÃO DO EMPREGADO NOS RESULTADOS DA EMPRESA

"Toda empresa deverá convencionar com seus empregados, por meio de comissão por eles escolhida, a forma de participação daqueles em seus lucros ou resultados" - Medida Provisória n.o 1239 de 14/12/95. Cap.1 Introdução. No Japão 75% das empresas atingem eficiência máxima, no Brasil apenas 1% atinge essa faixa. Surpreso? Não fique, basta dizer que 99% das empresas nacionais não utilizam nem da forma mais elementar, a técnica de Tempos & Métodos, que é a maneira científica de determinação de padrões, principalmente o Tempo Padrão, ferramenta básica da Organização Industrial e sem a qual, não é possível calcular cientificamente a Eficiência. A Eficiência atualmente em nosso país, quando calculada, limita-se a relacionar as horas trabalhadas com as horas disponíveis, não levando em consideração nas horas trabalhadas o ritmo de trabalho do empregado, as paradas que não são apontadas, as deficiências de processo, considerando como hora trabalhada o "set-up" e deixando de considerar tantas outras influências negativas que ocorrem dentro dessas horas, consideradas trabalhadas.
Por essa razão encontramos empresas que indicam eficiências altíssimas, que quando calculadas através de padrões determinados cientificamente, a verdade que vem à tona assusta e causa pânico. O Brasil ao invés de atacar fundo na organização de sua produção que é onde realmente está o custo dos seus produtos, endeusa técnicas que tratam da moldura, da periferia dos seus problemas, técnicas que são utilizadas em outras realidades completamente diferentes da nossa, como fase de acabamento da Qualidade Total de uma Organização. Podemos citar como exemplos o kanban, o just in time, a série ISO 9000, que não tendo como estrutura os padrões já definidos e praticados, trarão mais dissabores que alegrias aos seus adeptos. A Medida Provisória n.o 1239, se aperfeiçoada como Lei, obrigando as empresas a se organizarem e definirem parâmetros científicos de medida da participação do empregado nos seus resultados, talvez seja a redenção do nosso país, não somente para o empregado que será honestamente recompensado pelo seu esforço, como também para as empresas, que verão suas eficiências atingirem patamares nunca antes alcançados e conseqüentemente terão preços mais competitivos num mercado globalizado. Vamos mais além às nossas divagações, afirmando mesmo que as relações trabalhistas poderão ser totalmente alteradas para melhor e seremos um país realmente diferente dos demais na relação capital-trabalho. Imaginem um empregado recebendo metade salário e metade participação nos resultados da empresa, sendo esta metade não consideradas para pagamento dos encargos sociais, ganhando a empresa e o empregado. É um longo caminho a ser trilhado. Este livro mostra a luz no fim do túnel.

 

http://www.produtividadeindustrial.com.br/email/imagens/indice.jpg
http://www.produtividadeindustrial.com.br/email/imagens/introducao.jpg

 1 - INTRODUÇÃO

2 - O SISTEMA DE CUSTO PADRÃO
   2.1 - Fluxo Básico de Informações em um Sistema de Custo Padrão
   2.1 - Fluxo de Informações no Sistema de Custo Padrão da
          Empresa Alfa

3 - PADRÕES DE TRABALHO
   3.1 - Rotina de Trabalho Padrão
   3.2 - Tempo Padrão
   3.3 - Rotina de Trabalho Padrão da Empresa Alfa
   3.4 - Tempo Padrão da Empresa Alfa

4 - PRODUÇÃO – PRODUTIVIDADE EFICIÊNCIA
   4.1 - Produção, Produtividade e Eficiência da Empresa Alfa

5 - CUSTOS INDUSTRIAIS
   5.1 - Formação do Custo Industrial
   5.2 - Custo  Direto ou Primário
   5.3 - Custo Indireto ou Fixo

6 - CUSTO PADRÃO
   6.1 - A Folha Auxiliar de Custos e a Planilha de Custo por Produto
   6.2 - O Cálculo do Custo Padrão
   6.3 - Formação dos Preços
   6.4 - A Planilha de Custo e a Folha Auxiliar de Custo da Empresa
   Alfa
   6.5 - O Cálculo do Custo Padrão da Empresa Alfa
   6.6 - Formação do Preço da Empresa Alfa

7 - A PARTICIPAÇÃO DO EMPREGADO NO LUCRO DA EMPRESA
   ALFA
   7.1 - Convenção Para a  Participação nos Resultados
   7.2 - Cálculo do Ponto de Equilíbrio com Base na Eficiência da
   Empresa Alfa
   7.3 - Controle da Eficiência da Empresa Alfa
   7.4 - O Valor Pago por cada Ponto de Eficiência que Ultrapassa o
   Ponto de Equilíbrio
   7.5 - A Formação do Bolo a ser Distribuído aos Empregados ao
   Final do Ano
   7.6 - A Repartição do bolo para cada Empregado
   7.7 - A Possibilidade Real de quanto um Empregado poderá receber
   de Gratificação
   7.8 - O Lucro da Empresa após o Pagamento da Participação dos
   Empregados

8 - CONCLUSÃO

9 - RESPOSTAS DOS EXERCÍCIOS

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                   

    No Japão, 75% das empresas atingem Eficiência máxima, no
Brasil apenas 1% atinge essa faixa. Surpreso? Não fique,
basta dizer que 99% das empresas nacionais não utilizam nem
da forma mais elementar, a técnica de Tempos e Métodos, que
é a maneira científica de determinação de padrões,
principalmente o Tempo Padrão, ferramenta básica da
organização industrial e sem a qual, não é possível calcular
cientificamente a Eficiência.
  
   A Eficiência atualmente em nosso país, quando calculada,
limita-se a relacionar as horas trabalhadas com as horas
disponíveis, nãoblevando em consideração nas horas
trabalhadas o ritmo de trabalho do empregado, as paradas
que não são apontadas, as deficiências de processo,
considerando como hora trabalhada o "set-up" e deixando
de considerar tantas outras influências negativas que
ocorrem dentro dessas horas consideradas trabalhadas.
  
   Por essa razão encontramos empresas que indicam
Eficiências altíssimas, que quando calculadas através de
Padrões determinados cientificamente, a verdade que vem
a tona assusta e causa pânico.

   O Brasil ao invés de atacar fundo na organização da sua
produção, que é onde realmente está o custo dos seus
produtos, endeusa técnicas que tratam da moldura, da
periferia dos seus problemas, técnicas que são utilizadas em
outras realidades completamente diferentes da nossa, como
fase de acabamento da Qualidade Total de uma Organização.

   Podemos citar como exemplos o Kanban, o Just in Time, a Série
ISO 9000, que não tendo como estrutura os Padrões já definidos
e praticados, trarão mais dissabores que alegrias aos seus
adeptos.

   A Medida Provisória n° 1239 de 14/12/95, se aperfeiçoada
como Lei, obrigando as empresas a se organizarem e definirem
parâmetros científicos de medida da participação do empregado
nos seus resultados, talvez seja a redenção de nosso país, não
somente para o empregado que será honestamente recompensado
pelo seu esforço, como também para as Empresas, que verão as
suas Eficiências atingirem patamares nunca antes alcançados
e conseqüentemente terão preços mais competitivos num
mercado globalizado.

   Vamos mais além nas nossas divagações, afirmando mesmo
que as relações trabalhistas poderão ser totalmente alteradas
para melhor e seremos um país realmente diferente dos demais
na relação capital-trabalho.

   Imaginem um empregado recebendo metade salário e metade
participação nos resultados da empresa, sendo esta metade
não considerada para pagamento dos encargos sociais,
ganhando a empresa e o empregado...

   É um longo caminho a ser trilhado.

   Nosso trabalho profissional começa a fechar um círculo,
iniciado com a determinação do primeiro Tempo Padrão em
uma fábrica em 1961, seguido do cálculo da Eficiência de
uma pessoa, de um setor de produção, de uma fábrica e
culminando com o CUSTO PADRÃO (Sistema Produtividade
Industrial), já implantado em várias empresas com resultados
bastante satisfatórios, sem similar como técnica de controle
de custos, mesmo em países do primeiro mundo, recebe
agora o fecho final com essa Medida Provisória, que
somente frutificará se tiver como base a estrutura por
nós criada.
                                                                                                   

 

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Ivanilde Pereira Talasca

Excelente

Otimo livro!Obrigado Produtividade

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